TCE EM UTI: EPIDEMIOLOGIA, TRATAMENTO E MORTALIDADE NO MARANHÃO, BRASIL

Marlon Ferreira Santos, Teófilo Dorneles Claro dos Santos Silva, Felipe Rodrigues de Carvalho, Ronan Lacerda Barbosa, Leonardo Hunaldo dos Santos, Edem Moura de Matos Junior

Resumo


Objetivo: Traçar o perfil epidemiológico das vítimas de traumatismo crânioencefálico (TCE) atendidas na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto do Hospital Municipal de Imperatriz, Maranhão. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo analítico, tipo corte transversal baseado na análise dos arquivos médicos das vítimas de TCE admitidas em UTI, no período de novembro de 2016 a julho de 2017. Resultados: Total de 62 pacientes, maioria do sexo masculino (92,2%), com o predomínio da faixa etária adulta jovem de 18-30 anos (24), a maior parcela foi procedente de outras cidades no estado do Maranhão (75,8%). A contusão cerebral (31) e a fratura linear de crânio (24) foram as que tiveram a maior incidência na tomografia computadorizada de crânio (TC). O principal fator causal foi o acidente motociclístico (58,1%), seguido por agressão (14,5%). O índice de mortalidade na UTI foi elevado (32,2%). Não há relação estatística da forma de tratamento com a evolução na UTI, total de dias internados e mecanismo de trauma (p>0,05). Conclusão: É necessário conhecer o perfil da população acometida para obter estratégias com o foco preventivo. Este estudo tem muita relevância neste contexto já que há uma carência de trabalhos com esta temática na região.


Palavras-chave


Traumatismos craniocerebrais; Unidade de terapia intensiva; Epidemiologia

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Revista Brasileira de Neurologia e Psiquiatria. ISSN: 1414-0365